talvez não seja nosso destino ficarmos juntos, mas eu realmente gostaria que fosse. talvez tudo aquilo que eu já fiz e, principalmente, o que você já fez pra isso ser realidade não tenha sido suficiente, mas eu acho que há mais a ser feito. talvez finalmente tudo que eu sonhei que pudesse acontecer de ruim nessa nossa história tenha acontecido, mas não encaro isso com um fim. pode ser que sejamos infantis, imaturos e sonhadores (ou que esse seja apenas eu), mas sinto que tem muito chão pra construirmos nossas conquistas. juntos, separados, ou “juntos-mas-não-juntos”. acho que até mesmo quando eu não consigo me suportar, você acha forças para tal. acho que você vê em mim mais do que eu julgo ser, mas consigo ser mais por você acreditar. sempre ignorei sentir um certo medo perto de você, e agora parece meio claro pra mim que esse medo podia não indicar uma coisa errada, mas sim uma coisa certa. é uma coisa de louco, e ainda tem tanta coisa nisso tudo que eu não conto. não conto pra ninguém, não conto mais meses, não conto mais tempo. é no dia-a-dia, é na história, é em mim. é meio intenso, é parecido, mas é radicalmente diferente. é intenso, é fogo, labareda, fumaça que encobre minha visão e me faz tomar decisões erradas. é ver que eu ainda posso crescer demais. é certo, é como tem que ser, mas é errado. errado como tem sido, como os outros queriam que fosse, como eu fingi apoiar.
“prickly little brunette named after the season i hate the most”. realmente, parece que eu confundi tudo até agora.
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